Crocheteiras: o trabalho que tece solidariedade e transformação
Entre linhas, cores e movimentos, nascem gestos de cuidado que vão além do artesanato. Cada peça produzida carrega tempo, atenção e, principalmente, intenção de fazer a diferença. É exatamente nesse processo que o voluntariado ganha forma e sentido. Ao transformar momentos livres em acolhimento, dedicação em esperança e protagonismo em impacto social, o trabalho manual revela-se uma ferramenta de mudança.
O engajamento que hoje movimenta diversas ações sociais na empresa teve uma origem orgânica. O grupo de crocheteiras, formado por profissionais que dedicam de forma voluntária parte do horário de almoço para produzir peças destinadas à doação, foi o ponto de partida para a estruturação do CBT do Bem. A dedicação dessas voluntárias foi a faísca que iniciou essa rede de solidariedade do voluntariado corporativo, mostrando que a vontade de ajudar, aliada ao talento, tem a capacidade de engajar.
Para celebrar esse legado e registrar a gratidão a quem tece a solidariedade todos os dias, as crocheteiras foram homenageadas recentemente no fechamento da Gincana do Bem. Como forma de auxiliar nas produções do ciclo de 2026, o grupo foi presenteado com bolsas desenvolvidas para facilitar o transporte e a organização dos materiais. “O grupo de voluntariado foi criado muito por conta delas. É uma forma de homenagear. Elas foram o início dessa corrente para iniciar esse grupo de voluntariado que foi ganhando força”, destacou a Coordenadora de Programas de Sustentabilidade, Edislene Pinheiro Caseiro.